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Ator de Aragorn diz que Peter Jackson sacrificou a sutileza pela computação gráfica!

 

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Nos filmes de O Senhor dos Anéis a figura do Aragorn tem papel de grande importância na história e é um destaque juntamente com o Frodo e Gandalf. O ator Vigor Mortensen desde então colhe o sucesso de sua interpretação de um protagonista do melhor filme de fantasia produzido no cinema.

Muitos fãs do Aragorn e seu ator esperavam seu retorno nos filmes do Hobbit, assim como o Orlando Bloom no papel de Legolas. Assim, no ano passado havia boatos que o ator de Aragorn estivesse participando dos novos filmes do Hobbit, porém isso não se confirmou.

Para encerrar o boato, em entrevista concedida ao The Guardian ele afirmou que não participaria dos novos filmes, já que o personagem Aragorn não estava presente no livro O Hobbit: “Antes de começar as filmagens, em 2008, um dos produtores me perguntou se eu estaria interessado. Eu disse: “Você sabe que o Aragorn não está em O Hobbit, não é? E que há uma lacuna de 60 anos entre os livros?” Nessa mesma entrevista ele afirmou que estaria ansioso para saber como Peter Jackson conseguiria “fazer três filmes com base em um livro tão curto”

Naquela época, Vigor Mortensen ainda não tinha visto os dois primeiros filmes de O Hobbit.Mas, recentemente, em entrevista concedida ao The Telegraph disse um pouco sobre como foi fazer o Senhor dos Anéis e o que acha dos novos filmes de o Hobbit em relação a efeitos especiais.

“Peter sempre foi um geek em termos de tecnologia, mas, uma vez que ele tinha os meios para fazê-lo, e a evolução da tecnologia realmente decolou, ele nunca olhou para trás. No primeiro filme, sim, há Valfenda, e Mordor, mas há uma espécie de qualidade orgânica, a atuação dos atores com o outro, e as paisagens reais. Era mais palpável. O segundo filme já começou a aumentar, demais para o meu gosto, e depois no terceiro já havia uma grande quantidade de efeitos especiais. Foi grandioso, e tudo mais,  contudo o que era sutil, no primeiro filme, gradualmente se perdeu no segundo e terceiro. Agora, com O Hobbit, um e dois, é como se isso fosse multiplicado por 10”.

E ele ainda afirma que “Ele fez o filme “The Lovely Bones” e eu pensei que poderia ser o seu filme mais curto. Mas o problema é que ele fez o filme com um orçamento de $90 milhões. Que poderia ter sido um filme de $15 milhões.A coisa de efeitos especiais, o gênio, estava fora da garrafa, e tem sido assim. E ele está feliz, eu acho …

Recentemente, o subtítulo do terceiro filme de O Hobbit foi alterado, passado a se chamar “O Hobbit, A Batalha dos Cinco Exércitos”,  que terá estréia no final desse ano.

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3 comentários

  1. Alexandre Sousa /

    Esses anões não tem nada de anões e seria apenas pessoas de baixa estatura tipo os pictos nas historias de conan o barbaro. Os hobbits sim são pequenos e seriam confundidos com crianças como disse gandalf em um dos filmes. E o mais assustador é que em guerra dos orcs tem uma passagem entre a terra deles e a nossa que é aberta quando as luas dos dois mundos se juntam no céu. Nessa versão não gostei do guardião do portão ficar amiguinho do orc que matou a amiga dele.

  2. Emanoel Dias /

    Eu amei todos os filmes do Hobbit, e amei mais ainda a quantidade de definição e tecnologia usada nos dois filmes, pouca coisa em termos de efeitos especiais me decepcionou. O filme é bom e as histórias estão sendo bem contadas, na verdade eu me surpreendi com o filme, cenas como a que Gandalf encontra Galadriel e Saruman, ou a da batalha em que os anões estão nos barris e há a batalha de Tauriel e Legolas entre outra que simplesmente fazia minha espinha dorsal tremer.

  3. Concordo em alguns termos com ele. Mas acho que para a coisa ter sido épica como foi, a presença de efeitos especiais foi crucial. E a dinâmica de filmagem, efeitos especiais e fotografia na trilogia O Senhor dos Anéis caracterizou e eternizou a Terra Média na cabeça das pessoas. Já em O Hobbit, as pessoas tem que entender que é uma aventura simples, com um objetivo simples e muitas vezes até é um pouco cômico. Mas Peter quis tornar a coisa épica, mas sem tirar a essência real do tema, que é a aventura. E mais uma vez, os efeitos não me decepcionaram.
    Quanto à sutileza, não me incomoda a diferença do visual do escudo mágico do Gandalf quando está lutando contra o Balrog para quando ele está enfrentando Sauron (Cena altamente criticada). A suspensão de descrença pode ser aplicada nessas horas e você imaginar que para deter Sauron, é necessário uma magia muito mais poderosa do que para deter um Balrog.

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